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Famílias no Fogo vão beneficiar de quarto familiar para acolhimento de turistas

No total, 14 agregados familiares vão ser contemplados.

03/08/2018 | Fonte: www.sapo.cv | SAPO c/ Inforpress

Catorze famílias da zona baixa do município de Santa Catarina do Fogo, incluindo da cidade de Cova Figueira, foram selecionadas para beneficiarem do programa “quarto para turismo familiar” a ser financiado pelo Fundo do Turismo.

O edil de Santa Catarina, Alberto Nunes, disse que foram selecionadas oito famílias na cidade de Cova Figueira e as restantes nas localidades de Tinteira, Esância Roque e Achada Furna, duas por localidades, estando a equipa técnica a ultimar a orçamentação para o seu financiamento, esperando que os 14 quartos estejam concluídos por ocasião das festas do Dia do Município, que se assinala a 25 de Novembro.

A ideia, explica Alberto Nunes, é financiar a construção de um quarto e uma casa de banho a cada uma das famílias selecionadas para que possam acolher turistas nas suas residências, indicando que o objectivo é disponibilizar em outras localidades do município que não seja apenas Chã das Caldeiras, o principal ponto turístico do município e da ilha.

Alberto Nunes afirma que a ideia é continuar nos próximos anos com actividades do género no quadro das verbas disponibilizadas ao município pelo Fundo do Turismo.

A edilidade já socializou a ideia do projecto com as famílias identificadas/selecionadas e o modo de funcionamento, observando que os quartos são das famílias que terão de se disponibilizar para acolhimento de turistas.

Já no âmbito do protocolo celebrado com o Ministério da Educação, a edilidade já deu inicio às obras da reabilitação da escola do Ensino Básico de Cova Figueira visando a melhoria das condições para o próximo ano letivo.

A reabilitação consiste na substituição da cobertura de telha para betão armado, reabilitação das portas e janelas, ligação da energia eléctrica nas partes ainda não contempladas, intervenção na placa desportiva e a melhoria de acessos, criando condições para pessoas portadoras de deficiência, tendo o Ministério da Educação disponibilizado uma verba de seis mil contos, correspondente a 60 por cento (%) do valor global, e a parte restante é mobilizada pela edilidade.

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